.acaso [2]


Numa noite fria de sexta-feira, inclinei a cabeça, não importava se de tristeza ou alegria. Notei que a privação sorria, e me mostrava sinais de euforia.

Querer a presença através da ausência, faz de nós, tolos? Ou, contraditoriamente dispostos a alcançarmos nossos limites? Conhecermos um lado de alguém que não tenha nome é realmente o que importa?

Certos aspectos de nossa personalidade tendem a ficar adormecidos até que uma determinada situação exija de nós uma reavaliação de todos os nossos valores. A intenção por diversas vezes é que nos afastemos de idéias dramáticas. Então procuramos identificar “o ponto crucial”, como a perda, afinal, isto nós temos a vida inteira. Esse é o drama de estar vivo, você perde coisas o tempo todo. Mas finge que não! Ninguém gosta de perder. Continue reading “.acaso [2]”

No cinema.


Filme X – Ação.

Filme Y – Romance.

Ele – O que você acha de assistirmos o filme X?!

Ela – Ah… Mas eu queria tanto assistir o Y!

Obs.: Elas fazem aquela carinha, cuja dificuldade de dizer não, transcende a capacidade racional do homem.

Ele – Ah… Mas eu queria tanto assistir esse. O pessoal do escritório está comentando. Eles disseram que é animal!

Ela – Ok! Vamos assistir ao seu filme então.

Obs.: Você para. Reflete. E chega a conclusão que é melhor ganhar alguns “pontinhos”. Então… Continue reading “No cinema.”

riscos, oportunidades e compatibilidade


“1+1= felizes para sempre” envolve; riscos, oportunidades e compatibilidade. Atributos financeiros, físicos e intelectuais estão diretamente ligados a um bom relacionamento.

Um relacionamento nasce por atrações impossíveis de serem explicadas, mas somos capazes de gerar oportunidades para que eles aconteçam com maior facilidade, e assim não dependermos apenas do “acaso”…  Tropeçar em uma linda mulher pode acontecer… eu mesmo poderia tropeçar em várias de propósito…rs, mas não estou falando de forçar situações, e sim de contribuir para que que elas aconteçam, precisamos potencializar as oportunidades.

[http://www.adorocinema.com/filmes/hitch/hitch.asp]

.acaso


Em minha sincera opinião é inválido o argumento de que certas medidas não são dignas de plausibilidade na hora do término. Principalmente se levarmos em consideração que num relacionamento, sempre um há de gostar mais do que o outro, prova disso é que o amor por si, se enquadra em algo inexplicável. Do contrário, o amor seria como uma ciência exata, na qual uma fórmula miraculosamente bem estruturada seria capaz de explicá-lo, tal como “1+1 = felizes para sempre”, porém, é justamente um conjunto aleatório de fatores que o torna tão belo e místico.

Infelizmente nem todas as pessoas investem naquilo que o dinheiro não compra. E, bens materiais são facilmente restituídos…

É sábio adotar novas práticas em termos evolucionários, não? Desde que ninguém seja prejudicado? Caso no qual alguns infelizmente teimam em negligenciá-lo. Nessa hora, níveis de atratividade e conexão emocional são de pouca valia, figura-se então uma falsa impressão de lisonjeio e uma súbita vontade de sentir-se desejado(a). Por que para algumas pessoas é tão difícil fazer uma avaliação de conseqüências? De que adiantam soluções inaplicáveis? Continue reading “.acaso”