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Numa noite fria de sexta-feira, inclinei a cabeça, não importava se de tristeza ou alegria. Notei que a privação sorria, e me mostrava sinais de euforia.

Querer a presença através da ausência, faz de nós, tolos? Ou, contraditoriamente dispostos a alcançarmos nossos limites? Conhecermos um lado de alguém que não tenha nome é realmente o que importa?

Certos aspectos de nossa personalidade tendem a ficar adormecidos até que uma determinada situação exija de nós uma reavaliação de todos os nossos valores. A intenção por diversas vezes é que nos afastemos de idéias dramáticas. Então procuramos identificar “o ponto crucial”, como a perda, afinal, isto nós temos a vida inteira. Esse é o drama de estar vivo, você perde coisas o tempo todo. Mas finge que não! Ninguém gosta de perder.

“É interessante constatar que dependendo de sua área de atuação, o seu ponto de vista absolverá algo que pouquíssimos tiveram a capacidade de notar.

Então, certo dia, você se apaixona e, sempre acha uma boa razão para acreditar que aquela é a pessoa certa. Não precisa ser uma boa razão. Dos assuntos mais profundos aos corriqueiros, em longo prazo, este é o tipo de atividade irritante que acaba separando vocês. Enquanto o resto continua carregando os seus pecados. É impossível esquecer o que aconteceu! Ajustamos-nos.

A maioria de nós acredita num paraíso. Um lugar esplendido, repleto de iguarias. Vivemos uma busca incessante e insensata. No final, independe chegar ou não, o importante é como nos sentimos por um instante em nossa vida, ao fazermos parte de alguma coisa. E quando encontramos esse instante, ele se torna inesquecível.

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