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“Melhor do que tentar conhecer os outros, é olhar para si mesmo, desvendar-se e desnudar-se”

Tenho a mentira como se fosse um castelo. A confiança é um prédio frágil por dentro, mas extremamente robusto por fora, ironicamente contraditório, mas de simples compreensão. Leva-se anos para construir a confiança, cada pedrinha é meticulosamente colocada, resultado de um frio e ardiloso trabalho calculista, amador e natural. Quando devidamente consolidada, ela é “quase” indestrutível, não fosse por um deslize.

A mentira.

A mentira em si não é o que destrói a confiança, há proporções e proporções, mas o que ela acarreta.

A desconfiança.

Anos a fio e inúmeras situações, dispõem um catálogo não desprezível de recordações necessário para consolidar a confiança, mas apenas um pequeno e fagueiro escorregão para desabar o castelo.

A verdade é um metal muito nobre, mas pouco puro. E, claro! Isso envolve um emaranhado complexo de impulsos e estímulos bem diversificados.

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