.quem é quem


Algumas situações de emergência evocam medidas desesperadoras. Devemos seguir sempre nossos extintos só porque vivemos a ilusão de mudar aquilo que não é perfeito? Cadê as tais apologias?! O que enxergo é uma overdose de hipocrisia! Aaaaaaaaaaaaaaaaaah… Que falso moralista…

Quando nossas vulnerabilidades estão em jogo, temos de aprender a confiar profundamente em alguém. Entretanto, existem diversas condicionais cuja única variável é sobre o que. Narcisismo distorcido ou diplomas na parede do ego?

No afã de um ou outro pensamento, estamos atentos; aptos à frustração, damos margem à imaginação. Ah… Saudosos dias imaculados que tinham o dom de inundar tudo que era contemplado. Continue reading “.quem é quem”

.início, meio e recomeço


“Minhas histórias podem ter meio, fim e começo. Mas é o recomeço que caleja e enobrece o coração”@Qrolfashion

Permita-lhes contar uma história, esta como o título, dotada de um início, meio e um recomeço.

Independente da história, situação, época ou outra série de fatores que poderiam ou não influenciar no rumo desta, ao término, não existe efetivamente o fim, por quê? Simples. Tracemos uma analogia à vida, a minha pergunta é:

– Quando ela chega ao fim? Com a morte, correto?

Porém, em certas religiões, quando morremos na verdade estamos iniciando uma nova jornada espiritual, em outras, a vida em si não passa de um processo inexorável evolutivo pelo qual todo ser deva percorrer.

Sendo assim, se a morte como máxima do fim, encontra-se em uma paradoxal contradição. Seja num relacionamento, conflito, parceria, etc… A conclusão para esse pensamento não seria o fim, e sim o recomeço, uma nova forma de enxergar uma determinada situação.

.simplicidade


Diante de uma determinada circunstância ou contexto no qual você esteja inserido. Algo simples torna-se complicado, bem como o contrário. Não é o que, quem ou quando, mas “como” você reage diante de tal’. Questiona-se… Mentiras sinceras lhe interessam, ainda que em pequenas porções de ilusão?! Entendera que não era o caso de empenhar-me na incerteza, numa prova de força com a dúvida. Tal’ era minha determinação, não sabia ainda como, decido a não criar incidentes. Alimentando, porém claros pensamentos de desforra, que se não fossem inspirados, como eram, única e exclusivamente, na sede pela verdade, teriam parecido muito obstinados e, quiçá reprováveis.

riscos, oportunidades e compatibilidade


“1+1= felizes para sempre” envolve; riscos, oportunidades e compatibilidade. Atributos financeiros, físicos e intelectuais estão diretamente ligados a um bom relacionamento.

Um relacionamento nasce por atrações impossíveis de serem explicadas, mas somos capazes de gerar oportunidades para que eles aconteçam com maior facilidade, e assim não dependermos apenas do “acaso”…  Tropeçar em uma linda mulher pode acontecer… eu mesmo poderia tropeçar em várias de propósito…rs, mas não estou falando de forçar situações, e sim de contribuir para que que elas aconteçam, precisamos potencializar as oportunidades.

[http://www.adorocinema.com/filmes/hitch/hitch.asp]

.acaso


Em minha sincera opinião é inválido o argumento de que certas medidas não são dignas de plausibilidade na hora do término. Principalmente se levarmos em consideração que num relacionamento, sempre um há de gostar mais do que o outro, prova disso é que o amor por si, se enquadra em algo inexplicável. Do contrário, o amor seria como uma ciência exata, na qual uma fórmula miraculosamente bem estruturada seria capaz de explicá-lo, tal como “1+1 = felizes para sempre”, porém, é justamente um conjunto aleatório de fatores que o torna tão belo e místico.

Infelizmente nem todas as pessoas investem naquilo que o dinheiro não compra. E, bens materiais são facilmente restituídos…

É sábio adotar novas práticas em termos evolucionários, não? Desde que ninguém seja prejudicado? Caso no qual alguns infelizmente teimam em negligenciá-lo. Nessa hora, níveis de atratividade e conexão emocional são de pouca valia, figura-se então uma falsa impressão de lisonjeio e uma súbita vontade de sentir-se desejado(a). Por que para algumas pessoas é tão difícil fazer uma avaliação de conseqüências? De que adiantam soluções inaplicáveis? Continue reading “.acaso”