.acaso


Em minha sincera opinião é inválido o argumento de que certas medidas não são dignas de plausibilidade na hora do término. Principalmente se levarmos em consideração que num relacionamento, sempre um há de gostar mais do que o outro, prova disso é que o amor por si, se enquadra em algo inexplicável. Do contrário, o amor seria como uma ciência exata, na qual uma fórmula miraculosamente bem estruturada seria capaz de explicá-lo, tal como “1+1 = felizes para sempre”, porém, é justamente um conjunto aleatório de fatores que o torna tão belo e místico.

Infelizmente nem todas as pessoas investem naquilo que o dinheiro não compra. E, bens materiais são facilmente restituídos…

É sábio adotar novas práticas em termos evolucionários, não? Desde que ninguém seja prejudicado? Caso no qual alguns infelizmente teimam em negligenciá-lo. Nessa hora, níveis de atratividade e conexão emocional são de pouca valia, figura-se então uma falsa impressão de lisonjeio e uma súbita vontade de sentir-se desejado(a). Por que para algumas pessoas é tão difícil fazer uma avaliação de conseqüências? De que adiantam soluções inaplicáveis? Continue reading “.acaso”